A mente nunca perde tempo, talvez o tempo perca um pouco da mente. E daí ficamos demente.
Voltemos ao vinho, mas por que o vinho? Hoje acordei cansada, como sempre, mas corri e cansei o corpo para descansar a mente.
No trabalho vejo sequencias de verdades limitadas no tempo e no espaço. Não acredito em catastrofismo, acredito em ciclicidade. Se na Inglaterra plantava-se vinho nada estará mudado irrevogavelmente até que lá plante-se banana.
Esse excesso da mão do homem no clima me cansa, mas de certo modo é parte do ciclo: O retorno do acoplamento religião/ciência.
Este é outro assunto, nele eu vou caprichar.
Mas o importante é que voltei, junto com a estação dos vinhos.